Geral,  Projetos Literários

IRS estimula a formação de escritores criativos

Diz o ditado que “quem lê viaja”. Então, quem tem a capacidade de transportar para as páginas todos os nossos sonhos é um viajante privilegiado. E quando esse dom é estimulado desde cedo, um novo mundo é apresentado às crianças, os novos leitores e escritores. Justamente por isso, temos o maior prazer de apresentar a vocês algumas das iniciativas inspiradoras do Instituto Rogerio Steinberg, parceiro do Vai Lendo: as Oficinas de Jornal e de Criação.

Divulgação
Divulgação

Composta por um núcleo de atividades criativas, a Oficina de Criação tem como principal objetivo estimular as mais diversas formas de expressão para crianças com altas habilidades. Ao ingressarem no IRS, automaticamente elas também já entram na atividade e participam até terem idade suficiente para atuarem na Oficina de Empreendedorismo, a partir dos 14 anos, e posteriormente passarem para a Orientação Profissional, entre os 16 e 18 anos. Integrada à Oficina de Informática Educativa, a iniciativa pretende despertar novas possibilidades no processo educativo, através do auxílio da tecnologia. Já a Oficina de Jornal se desenvolve a partir dos debates gerados nas salas, gerando textos e ilustrações dos próprios participantes que resultam no Jornal IRS.

Oficina de Criação: Jornal do IRS/Divulgação
Oficina de Criação: Jornal do IRS/Divulgação

“Na Oficina de Criação e Informática Educativa estamos atentos à leitura e à escrita criativa, pois futuramente poderão surgir escritores dentro das especialidades escolhidas pelos participantes do IRS, já adultos”, explicou Domingo Gonzalez, colaborador da Oficina de Criação do IRS. “O país precisa de escritores com redação própria dentro da medicina, da física, na criação literária (poetas, romancistas, contistas, cronistas), na advocacia, no Jornalismo, na história da arte, etc.”.

Domingo ressaltou também a importância da prática desenvolvida para estimular em crianças de 12, 13 anos a inteligência linguística avançada, o pensamento organizado e a consciência da escrita criativa sem erros de português. Ele garantiu ainda que trabalhar em parceria com a tecnologia traz muitos benefícios, pois é possível combinar as experiências física e digital, ajudando a formar leitores críticos e escritores criativos.

“O jornal é um produto que solidifica essa formação”, afirmou. “Não só no Jornalismo poderão surgir profissionais (e já temos alguns), mas também em Letras, Relações Internacionais e várias outras áreas. Quanto à tecnologia/Internet, é essencial aprender a pesquisar, evitar a cópia nas consultas bibliográficas, além de incentivar a valorização do livro e da leitura. As crianças gostam muito de escrever criando textos no computador, mas não se negam a escrever diretamente no papel. E o Jornal do IRS ratifica essa tarimba de escrever sem medo de escrever”.

 

 

Jornalista de coração. Leitora por vocação. Completamente apaixonada pelo universo dos livros, adoraria ser amiga da Jane Austen, desvendar símbolos com Robert Langdon, estudar em Hogwarts (e ser da Grifinória, é claro), ouvir histórias contadas pelo próprio Sidney Sheldon, conhecer Avalon e Camelot e experimentar a magia ao lado de Marion Zimmer Bradley, mas conheceu Mauricio de Sousa e Pedro Bandeira e não poderia ser mais realizada "literariamente". Ainda terá uma biblioteca em casa, tipo aquela de "A Bela e a Fera".

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.