Conheça ‘O Sincronicídio’, de Fabio Shiva

Fabio Shiva, autor de 'Sincronicídio: sexo, morte e revelações transcendentais'/ Foto: Divulgação
Fabio Shiva/ Foto: Divulgação

Uma série de assassinatos abala a cidade de Rio Santo e apenas um homem será capaz de reconhecer as conexões entre os crimes e solucionar o mistério do Sincronicídio. Essa é a trama do desafiador O Sincronicídio: sexo, morte e revelações transcendentais, livro do escritor Fabio Shiva, publicado pela Editora Caligo.

A história nos apresenta o inspetor Alberto Teixeira, da Delegacia de Homicídios, que está marcado para morrer justamente por ser o único com capacidade de encontrar a solução para o suspense que assola a cidade, numa narrativa composta ainda de erotismo e filosofia, que desafia o leitor em cada página. Além disso, a obra também inova na maneira de se comunicar, propondo uma interseção literária entre dois ricos universos semânticos: o xadrez e o I Ching. E, por isso mesmo, os 64 capítulos não apresentam uma sequência numérica, cada qual representado pelo correspondente hexagrama do I Ching, o Livro das Mutações, milenar oráculo chinês.

'Sincronicídio: sexo, morte e revelações transcendentais'/Foto: divulgação
‘O Sincronicídio: sexo, morte e revelações transcendentais’/Foto: divulgação

Assista abaixo ao book trailer de ‘O Sincronicídio’:

Leia a explicação do livro divulgada pela Editora Caligo:

Esta é uma história que vai desafiando o leitor aos poucos, matreiramente, conquistando primeiro sua confiança antes de conduzi-lo a voos cada vez mais altos da imaginação. O SINCRONICÍDIO é um romance policial à sua maneira, que consiste em misturar todas as outras: as refinadas charadas do whodunit são apresentadas em meio a truculentas cenas noir, e o clássico mistério do quarto fechado é servido de modo a atender ao gosto moderno pela escatologia. Ocorre que esta é uma obra de muitas camadas, múltiplas possibilidades de interpretação. Não é exagero afirmar que nunca antes uma história policial foi contada dessa maneira.

Quanto ao estilo, a narrativa segue o padrão essencial do folhetim, finalizando cada segmento do texto em suspense, de forma a instigar o leitor a prosseguir com a leitura. Quanto à estrutura, este é um livro que escapa aos padrões, ao se propor como interseção literária entre dois ricos universos semânticos: o xadrez e o I Ching. O SINCRONICÍDIO é dividido em 64 capítulos apresentados fora da sequência numérica, cada qual representado pelo correspondente hexagrama do I Ching, o Livro das Mutações, milenar oráculo chinês. O hexagrama é apresentado ao início do capítulo em uma engenhosa adaptação para o xadrez, que substitui as linhas yang e yin pelas casas brancas e negras do tabuleiro, sinalizando as linhas móveis através de peças que ocupam as respectivas casas. O resultado são verdadeiros “poemas enxadrísticos”, uma curiosidade a mais para o leitor comum e um deleite para os entusiastas do Jogo dos Reis.

O livro estruturado dessa forma, ao mesmo tempo em que propicia ao leitor uma apresentação original e atraente para a sua história, revela também afinidade com um alto anseio literário: expressar, através do romance, a totalidade da vida em sua complexidade. Pelo mesmo motivo, à semelhança de obras como Ulisses de James Joyce e Mrs Dalloway de Virginia Woolf, a história toda acontece em um único dia, o dia do Sincronicídio.

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