Lista de Livros para o Dia dos Pais

O Dia dos Pais é no próximo domingo (9), e você, como bom(a) filho(a), já deve ter comprado um presente para o seu velho, certo? AINDA NÃO? Então, é melhor começar a pensar no assunto, não acha? E, para facilitar a sua vida, o Vai Lendo selecionou algumas dicas de livros bacanas para você presentear o seu paizão, seja ele atleta, empresário, intelectual e, até mesmo, nerd! Afinal, se o gosto pela leitura vem de berço, você, com certeza, teve um bom exemplo!

1)Toda Luz Que Não Podemos Ver, de Anthony Doerr (Editora Intrínseca)

'Toda Luz Que Não Podemos Ver', de Anthony Doerr/Divulgação Intrínseca
‘Toda Luz Que Não Podemos Ver’, de Anthony Doerr/Divulgação Intrínseca

Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

2)O Manuscrito – Um Texto Anônimo, Um Segredo Mortal, 24 Horas Para Desvendar o Mistério, de Chris Pavone (Editora Arqueiro) 

'O Manuscrito', de Chris Pavone / Divulgação
‘O Manuscrito’, de Chris Pavone / Divulgação

No universo dos thrillers, Pavone é leitura obrigatória. Você não vai conseguir parar de ler O manuscrito até descobrir como as peças se encaixam perfeitamente no final.” – The New York Times

Não existe no mundo uma única pessoa que possa comprovar tudo o que está nestas páginas.
Mas há uma pessoa que pode chegar perto disso. Há outras pessoas que poderiam, se devidamente motivadas, confirmar certos fatos. Talvez este livro seja a motivação para essas testemunhas, um impulso para revelarem suas verdades, para comprovarem esta história.

Mas o autor não é uma dessas possíveis testemunhas. Porque, se o que você está lendo for um livro concluído, impresso, encadernado e distribuído para o mundo, é quase certo que eu já esteja morto.

3)Star Wars Darth Vader e Filho, de Jeffrey Brown (Editora Aleph)

'tar Wars Darth Vader e Filho', de Jeffrey Brown / Divulgação
‘tar Wars Darth Vader e Filho’, de Jeffrey Brown / Divulgação

Em uma releitura divertida e encantadora, Darth Vader é um pai como qualquer outro, exceto pelo fato de ser o Senhor Sombrio dos Sith. Com ilustrações de Jeffrey Brown, o livro apresenta as alegrias da paternidade por meio da lente de uma galáxia muito, muito distante.

4)O dia em que Sherlock Holmes morreu, de Arthur Conan Doyle (Tordesilhas Livros)

'O dia em que Sherlock Holmes morreu', de Arthur Conan Doyle / Divulgação
‘O dia em que Sherlock Holmes morreu’, de Arthur Conan Doyle / Divulgação

A trajetória de Sherlock Holmes e do dr. Watson começou no ano de 1887, quando Arthur Conan Doyle publicou Um estudo em vermelho, e prosseguiu com uma série de contos inicialmente publicada na revistaThe Strandcom grande sucesso. As primeiras 12 histórias compõem a coletânea As aventuras de Sherlock Holmes, lançada em 1892.

Em 1893, para consternação geral, Conan Doyle matou o detetive nas cataratas de Reichenbach, na cidade suíça de Meiringen. O embate final entre Holmes e seu rival, o professor Moriarty, foi narrado no conto O problema final, que aparece na antologia Memórias de Sherlock Holmes, publicada em 1894.De acordo com os jornais londrinos da época, uma multidão cabisbaixa tomou as ruas da cidade usando braçadeiras pretas no dia em que Sherlock Holmes morreu.

5)Abilio – Determinado, Ambicioso, Polêmico,  de Cristiane Correa (Editora Primeira Pessoa)

'Abilio - Determinado, Ambicioso, Polêmico',  de Cristiane Correa / Divulgação
‘Abilio – Determinado, Ambicioso, Polêmico’, de Cristiane Correa / Divulgação

Em 1948, o imigrante Valentim dos Santos Diniz inaugurou uma discreta doceria em São Paulo chamada Pão de Açúcar. Menos de uma década depois, acompanhado de seu primogênito, Abilio, “seu Santos”, como o patriarca era conhecido, abriu o primeiro supermercado da família. Era o passo inicial para a construção de uma companhia que se tornaria a maior varejista do Brasil, com um faturamento anual de 64,4 bilhões de reais em 2013.

Foi graças à ambição de Abilio Diniz que o pequeno negócio familiar se transformou numa potência. Baixinho, gordinho e impopular na infância, Abilio aprendeu na adolescência a conquistar seu espaço – nem que para isso precisasse abrir caminho à força. Levou essa mesma determinação para o mundo dos negócios e jamais se deixou abater pelas dificuldades, que foram muitas.

Este livro revela os bastidores do processo de saída do empresário do Pão de Açúcar, conta em detalhes a disputa familiar pelo controle da companhia e as histórias de pioneirismo protagonizadas pro Abilio no varejo brasileiro. É o retrato apurado de um homem movido por suas paixões – mesmo que elas lhe criem inimigos ao longo do caminho.

6)Número Zero, Umberto Eco (Editora Record)

'Número Zero', de Umberto Eco / Divulgação
‘Número Zero’, de Umberto Eco / Divulgação

Um grupo de redatores, reunido ao acaso, prepara um jornal. Não se trata de um jornal informativo; seu objetivo é chantagear, difamar, prestar serviços duvidosos a seu editor. Um redator paranoico, vagando por uma Milão alucinada (ou alucinado numa Milão normal), reconstitui cinquenta anos de história sobre um cenário diabólico, que gira em torno do cadáver putrefato de um pseudo-Mussolini. Nas sombras, a Gladio, a loja maçônica P2, o assassinato do papa João Paulo I, o golpe de Estado de Junio Valerio Borghese, a CIA, os terroristas vermelhos manobrados pelos serviços secretos, vinte anos de atentados e cortinas de fumaça — um conjunto de fatos inexplicáveis que parecem inventados, até um documentário da BBC mostrar que são verídicos, ou que pelo menos estão sendo confessados por seus autores.

Um perfeito manual do mau jornalismo que o leitor percorre sem saber se foi inventado ou simplesmente gravado ao vivo. Uma história que se passa em 1992, na qual se prefiguram tantos mistérios e tantas loucuras dos vinte anos seguintes. Uma aventura amarga e grotesca que se desenrola na Europa do fim da Segunda Guerra até os dias de hoje.

7)Galveston, de Nic Pizzolatto (Editora Intrínseca)

'Galveston', de Nic Pizzolatto / Divulgação
‘Galveston’, de Nic Pizzolatto / Divulgação

No mesmo dia em que é diagnosticado com câncer no pulmão, o matador de aluguel Roy Cady pressente que o chefe, um agiota e dono de bar que é o mandachuva em Nova Orleans, quer vê-lo morto. Conhecido entre os membros da gangue pelo nada afetuoso apelido de Big Country, por causa do cabelo comprido e das botas de caubói, Roy desconfia de que o serviço de rotina para o qual foi enviado possa ser uma emboscada. E de fato é. Mas consegue inverter os papéis e, após um banho de sangue, escapa ileso.

Além de Roy, só há mais uma pessoa viva no local, uma mulher, e num ato impensado ele aponta uma arma para a cabeça dela e a leva consigo na fuga em direção à cidade de Galveston – uma decisão imprudente e sem volta. A mulher, uma prostituta de 18 anos chamada Rocky, é jovem demais, durona demais, sexy demais – e certamente trará para Roy problemas demais.

Alternando passado e presente, Galveston é um thriller impregnado com o melhor da atmosfera noir. Uma narrativa ágil, permeada de diálogos marcantes e construída com o máximo de tensão, prova do inegável talento literário de Nic Pizzolatto.

8)Correr – O exercício, a cidade e o desafio da maratona, de Drauzio Varella (Editora Companhia das Letras)

'Correr - O exercício, a cidade e o desafio da maratona', de Drauzio Varella / Divulgação
‘Correr – O exercício, a cidade e o desafio da maratona’, de Drauzio Varella / Divulgação

Drauzio Varella é oncologista, autor de best-sellers, voluntário numa prisão, pesquisador do uso medicinal de espécies amazônicas e ainda celebridade na TV. Mas consegue há mais de vinte anos conciliar esse atribulado dia a dia com a prática regular de exercício físico. Para ele, correr não é só um hobby: é o que lhe dá o equilíbrio para enfrentar os desafios da vida.

Em Correr, Drauzio conta como e por que decidiu espantar o sedentarismo; relata o desafio da primeira maratona; nos dá um panorama da história das corridas desde sua suposta origem na Grécia antiga; oferece informações médicas sobre a prática; e, de quebra, nos leva de “carona” num passeio sensível pela alma humana. Leitura indispensável para corredores e futuros corredores.

9)No Sufoco, de Chuck Palahniuk (Editora Leya)

'No Sufoco', de Chuck Palahniuk / Divulgação
‘No Sufoco’, de Chuck Palahniuk / Divulgação

Victor Mancini concebeu um golpe complexo para pagar as contas na casa de repouso da mãe: vá a um restaurante grã-fino, finja que se engasga comendo e deixe uma pessoa “salvá-lo”; ela vai sentir-se responsável por você, até financeiramente, pelo resto da vida. Multiplique isso umas cem vezes que os cheques vão chegar pelo correio em fluxo constante. Victor também trabalha num parque temático com um bando de figuras medíocres, ronda grupos de viciados em sexo para curtir as viciadas e visita a mãe convalescente, cujo Alzheimer esconde um segredo fantástico sobre sua concepção.

10)Criatividade S.A., de Ed Catmull (Editora Rocco)

Criatividade SA

Qual a fórmula do sucesso por trás de filmes como Toy Story, Monstros S.A. ou Procurando Nemo? Em Criatividade S.A., Ed Catmull conta a trajetória de sucesso do mais importante e lucrativo estúdio de animação da atualidade, a Pixar, que ele ajudou a fundar, ao lado de Steve Jobs e John Lasseter, em 1986. Dos encontros da equipe às sessões de brainstorm, Catmull mostra como se constrói uma cultura da criatividade, num livro definitivo para quem busca inspiração para os próprios negócios.

Veja a resenha sobre o Criatividade S.A.

11)O Grande Livro da Cerveja, de Tim Hampson (Publifolha) 

'O Grande Livro da Cerveja', de Tim Hampson / Divulgação
‘O Grande Livro da Cerveja’, de Tim Hampson / Divulgação

De sabor complexo e enorme variedade de tipos e estilos, a cerveja tem ganhado cada vez mais apreciadores e produtores. Essa obra faz uma viagem pelos quatro cantos do planeta, revelando as mais excepcionais cervejas existentes em diversos países, tanto de produtores tradicionais de marcas clássicas como dos mais novos e arrojados mestres cervejeiros. Conta a origem da bebida e sua evolução ao longo dos séculos; explica o processo de fabricação, da maltagem à maturação; e classifi ca os diversos tipos – como porter, stout, ale, bitter, pilsen, entre outras –, analisando suas características, como coloração, sabor e teor alcoólico. Ensina ainda como degustar a bebida e como harmonizar cada estilo com diversos pratos. Aborda os principais festivais de cerveja pelo mundo e reúne os mais importantes produtores da Europa, das Américas, da Ásia, da Oceania e da África, com informações sobre centenas de marcas e as notas de degustação das variedades indicadas. Entre os destaques estão a britânica Fuller’s, a mais antiga cervejaria familiar londrina; a tcheca Pilsner Urquell, que conquistou o mundo com o estilo pilsen; a Samuel Adams, uma das principais produzidas pelas microcervejarias artesanais norte- americanas; a brasileira Eisenbahn, com várias cervejas premiadas em sua produção; e a Fujizakura Heights, marca japonesa localizada nas encostas do monte Fuji.

12)Kombi – Um ícone cultural, de Richard Copping ( Editora Alaúde)

'Kombi – Um ícone cultural', de Richard Copping / Divulgação
‘Kombi – Um ícone cultural’, de Richard Copping / Divulgação

Fãs da Kombi vão se deliciar nestas belíssimas páginas com um recorte da história de um dos veículos mais conhecidos do mundo. Admirado e valorizada por sua versatilidade, sua simplicidade e sua longevidade desde seu lançamento, em 1949, o veículo teve diversos modelos fabricados a partir do original, como o furgão e a picape, a minivan Micro Bus e sua versão luxo, o Micro Bus De Luxe, além de uma linha de veículos especiais, de ambulâncias a comércios sobre rodas. A popularidade do carro ao longo de décadas, principalmente nos anos 1960 com a geração “paz e amor”, faz com que ele seja muito mais que um simples veículo utilitário: para muitos, a Kombi é um ícone cultural.

 

 

 

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